Está certo que minha primeira postagem conta com ingredientes de fé. Mas não se engane com o título do texto. O conteúdo pode acrescentar, e muito, até na vida de um grande ateu.
A análise superficial da frase: um dos grande princípios da Bíblia. Mas se você parar para refletir o que essas sete palavras, unidas, podem representar na vida de uma pessoa, com certeza ampliará esse conceito.
O individualismo é uma realidade justificável. Todos desejam uma vida sadia, bem sucedida, perfeita. Entretanto, essa ideologia ofusca cada vez mais o "resto". Claro, o "resto" é insignificante. Tudo gira em torno dos meus interesses, eu devo me preocupar apenas comigo e com a minha família, "resto" é "resto". É esse pensamento que faz do mundo o lugar em que vivemos hoje. Não preciso aprofundar esse tópico, pois tenho certeza que ninguém consegue aceitar o que assistimos diariamente nos noticiários ou as realidades que encontramos nas ruas.
O que está claro, mas poucos enxergam, é que a solução para tudo está no "resto". Pensando sempre em ajudar as pessoas ao seu redor, conhecidos ou não, os êxitos profissionais e pessoais passam a ser uma questão de tempo. Chegamos ao meio do texto. Tenho certeza de que metade das pessoas acredita que esse pensamento seja ingênuo e funcionaria apenas em um mundo perfeito. Imploro que vocês continuem seguindo a minha linha de raciocínio.
Vamos chamar os individualistas de "espertos". Os "espertos", muitas vezes, ascendem ao sucesso profissional e pessoal de forma rápida e consistente. Através de manipulações, fofocas e mentindo sobre suas verdadeiras características, conquistam a confiança do chefe e, quando você menos espera, tomam conta do local de trabalho. O "resto", mais conhecido como maioria, não gosta dos "espertos". Os "espertos" são minoria e, quando menos se espera, acabam se entregando. Nesse momento, em quem o chefe vai pensar.
Naquele cara, que sempre se interessa em saber como as pessoas estão, que segura a porta do elevador, que procura sempre ser solidário com o pessoal que ocupa os cargos inferiores. Enfim, aquele que ama ao próximo como a si mesmo.
Ainda não está convencido? Talvez, os "espertos" nunca sejam descobertos, conquistem uma carreira invejável, tenham a vida que você sempre pediu a D'us. Se a vida representa apenas essa metáfora, talvez valha a pena ser um "esperto". Agora, se você se preocupa com o mundo em que vivemos e conhece o bem estar em ajudar ao próximo, seja "um dos únicos". Infelizmente, não posso chamá-lo de "resto".
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